Transportes Grátis Sines – Porto Covo para o FMM 2018

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Entre hoje e até dia 28 de julho, estarão a circular dois autocarros de 25 lugares dedicados ao FMM Sines – Festival Músicas do Mundo, para transporte do público entre Sines e Porto Covo e vice-versa. Os transportes funcionarão, de 30 em 30 minutos, nos seguintes períodos:

  • 17h00-21h00
  • 22h30-02h30

Em Sines, os transportes farão paragens em três locais: acampamento ocasional, antiga estação de caminhos de ferro e rotunda junto às antigas escolas primárias. Em Porto Covo, a paragem estará localizada junto à antiga escola primária / mercado municipal.

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XIX Festival de Dança de Salão Internacional em Sines

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O maior festival de danças de salão e latino-americanas do Alentejo e um dos maiores de Portugal, irá trazer ao litoral alentejano centenas de dançarinos de todo o país e de outros países inscritos no WDC, nos diversos escalões de dança existentes em Portugal. Várias modalidades de dança vão ser disputadas nesta competição com cerca de nove horas de duração, das danças de salão modernas às danças de salão latinas. Megaprodução de som, luz e vídeo, com a presença de um júri internacional dos mais conceituados a nível mundial no campo da dança. Será no próximo dia 21 de Julho no Pavilhão Multiusos de Sines pelas 13h00 com Organização da Associação Recreativa de Dança Sineense, em parceria com a Associação Portuguesa de Professores de Dança de Salão Internacional

Unidade Steam-Cracker da Repsol provoca chama alta na flare no arranque.

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A concentração de fumo negro ( que poderia ser avistada durante vários quilómetros), teve origem no facho 1, devido ao arranque da Unidade de Steam-Cracker. Essa concentração, segundo informação recolhida, é consequência dos varrimentos e arranques dos mais variados equipamentos que provocaram instantes de chama alta na flare. A população manifestou o seu desagrado sobretudo nas redes sociais pela falta de informação, sendo que a Protecção Civil não emitiu nenhum comunicado sobre a matéria.

Foto: Ivo Gamito

Estado do mundo e fronteiras fechadas não facilitam FMM

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O “estado do mundo”, com “fronteiras cada vez mais fechadas”, não facilita a vida aos organizadores do Festival Músicas do Mundo, que regressa a Porto Covo amanhã e ruma depois a Sines. “A boa música não escolhe géneros, nem escolhe fronteiras”, acredita Carlos Seixas, programador do festival, que, ao completar 20 edições, apresenta o maior alinhamento de sempre, com 59 concertos de 38 países e regiões, de todos os continentes, entre 19 e 28 de Julho (19 a 22, na aldeia de Porto Covo, e 23 a 28 de Julho, na cidade de Sines). Desengane-se quem pensa que à 20.ª edição tudo é mais fácil. No mundo de hoje, com “as grandes questões ligadas às migrações”, há até “mais dificuldades do que há uns anos”, compara Carlos Seixas. “Continua a ser difícil trazer músicos” da Ásia, dos países árabes, de África para apresentar ao Ocidente”, reconhece, assinalando a contradição entre vivermos hoje num “mais pequeno, no sentido da informação que nos chega todos os dias”, mas num ambiente global de “fechamento”. Perante este “estado do mundo”, o FMM opta por “abrir um caminho alternativo, viajar por outras latitudes, descobrir o que neste momento se tornou a música, cheia de influências, de transformações”. E fá-lo pela “qualidade” das chamadas músicas do mundo, mas também com a certeza de que “cultura é política”.  Recordando que muitos dos músicos que pisam o palco do FMM “não têm a ‘chance’ de mostrar aquilo que são e aquilo que fazem noutros festivais” e, mesmo nos seus países, enfrentam “dificuldades e riscos” para o fazer, Carlos Seixas assume que tenta, “cada vez mais”, que os artistas convidados “mostrem não só aquilo que a nível musical criam, mas também a sua própria vontade de mostrar e de sentir a sua identidade”. A música “é um veículo daquilo que o artista do presente sente, tem sempre uma mensagem, essas mensagens às vezes são incompatíveis com a prática política que se exerce, quer nos seus países, quer também a nível mundial”, reflecte. O alinhamento deste ano “satisfaz” os organizadores, que seguem a filosofia de “mostrar aquilo que de novo se cria” na música. “O alinhamento deste ano, como desde o início, é um espelho dessa vontade, de ter não só uma continuidade, um percurso, mas também uma filiação, (…) mostrar aquilo que de mais brilhante se cria no mundo”, explicita Seixas. O FMM – orçado em 780 mil euros e totalmente financiado pela Câmara Municipal de Sines, que recorre a apoios – reivindica um “carácter de serviço público”, revelado na gratuitidade de quase dois terços dos concertos. Existe “uma vontade enorme de promover a cultural popular musical, (…) contribuir para a construção do imaginário futuro”, justifica Carlos Seixas, que atribui uma “identidade única” ao FMM, alheia a mudanças políticas. “Para se preservar a sua identidade, é necessário que o caminho continue livre”, frisa o programador. “A música ao vivo, que hoje é uma poderosa e lucrativa indústria, tornou-se mais entretenimento do que propriamente um tipo de actividade”, observa Seixas, realçando que a cultura “é condição prévia ao respeito mútuo”. Satisfeito por ver entrar alguma música do mundo nos festivais mais pop rock, o programador identifica “uma necessidade de que as fronteiras cada vez sejam mais abertas aos outros”. A música reflecte “a diversidade de expressões culturais”, contribui para “a transmissão de valores”, “reforça a integração, a coesão social, e ajuda sobretudo a criar um espaço para o diálogo”. Entre o primeiro alinhamento e este que aí vem, 20 anos depois, foi só “uma questão de ser resiliente”, porque “a própria comunidade em Sines recebeu o festival com um espírito de pertença”, recorda Carlos Seixas. “Sempre acreditei que o festival se tornasse num evento incontornável naquilo que se faz ao nível da música ao vivo em Portugal e até também na Europa”, vinca, prometendo que o FMM “está para continuar”, enquanto houver “um mundo da música a descobrir”.

Notícias de Sines com Público. Foto: Mário Lopes Pereira

FMM 2018 espera 100 mil visitantes.

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A fadista portuguesa Aldina Duarte abre, na próxima quarta-feira, o festival Músicas do Mundo, que nesta 20ª edição espera uma afluência de cem mil visitantes em Sines. O presidente da Câmara, Nuno Mascarenhas, diz que o número não só é possível como também provável, dado o prestígio que o evento tem granjeado ao longo dos anos. “O festival tem criado um público cada vez mais jovem e fiel, interessado em ouvir sonoridades diferentes, que é difícil conseguir ouvir noutros lados do País…” Além disso, o autarca lembra que há um interesse turístico crescente pela Costa Alentejana. Com 59 concertos agendados – mais actividades paralelas, entre as quais uma feira do livro e ateliês para crianças – Nuno Mascarenhas só não revela o orçamento desta edição. O festival, que já chegou a custar um milhão de euros, tem-se cifrado nos últimos anos entre os 700 e os 800 mil euros, mas o autarca diz que é natural que vá um pouco além disso. “Temos mais um dia de programação em Porto Covo e um investimento adicional no campismo – para acolhermos melhor os festivaleiros. De qualquer forma este é um festival que cobre grande parte das suas despesas com patrocínios e receitas próprias. É quase autossustentável.”

Concertos de entrada livre

Os concertos em Porto Covo e nos palcos da Av. Vasco da Gama e do largo Poeta Bocage, bem como os de fim de tarde no Castelo, são gratuitos.

Entradas pagas Os espetáculos à noite no Castelo custam entre 10 e 20 euros e os do Centro de Artes custam 5 euros (de 25 a 28) e 10 euros (nos dias 23 e 24). Também há passes O passe para dois dias do festival Músicas do Mundo (27 e 28) custa 30 euros; enquanto o passe para quatro dias (de 25 a 28 de julho) custa 50 euros.

Biblioteca Fora de Horas / Uma Noite na Casa dos Livros

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Terceira edição de uma iniciativa criada com o intuito de formar leitores desde tenra idade e aproximar as crianças do mundo mágico dos livros e da leitura.

Noite de 20 para 21 de julho | CAS – Biblioteca | 21h00-10h00 | Crianças 7-10 anos | Inscrições (limitadas) até 17 de julho, mediante preenchimento de ficha de inscrição e autorização dos encarregados de educação, no balcão de atendimento do CAS

FMM: Brigada Bravo & Díaz substitui La Tène

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Por motivo de doença, o concerto do trio La Tène no FMM Sines 2018 foi cancelado. Em seu lugar, no dia 22 de julho, às 20h15, em Porto Covo, actua o duo espanhol Brigada Bravo & Díaz. Formada em 2007 por Antonio Bravo e Gérman Díaz, a Brigada Bravo & Díaz traz ao festival o espectáculo “Músicas en guerra”, dedicado às músicas compostas durante conflitos bélicos, com incidência na Guerra Civil de Espanha e nas 1.ª e 2.ª Guerras Mundiais. António Bravo, nas guitarras, e Gérman Díaz, na sanfona, caixa de música programável e rolmónica cromática, exploram a riqueza dos fundos fonográficos daquelas épocas e fazem justiça ao alcance emocional de músicas criadas em tão duras circunstâncias. Entrada livre.

Foto (c) David Ramos Castellano