Professor britânico irá correr de Sagres a Sines pela memória da esposa

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Um professor de Plymouth, cidade do Reino Unido, que perdeu a esposa em virtude de um tumor cerebral incurável vai marcar o segundo aniversário da sua morte, correndo cerca de 200 quilómetros do Litoral Alentejano e Costa Vicentina na ajuda da investigação do tumor cerebral.

Marcus Cronin, de 36 anos de idade, que ensina a disciplina de Media, na Academia Lipson, irá passar parte da sua pausa de inverno, tomando um desafio de 192 Kms. Ele irá relembrar a sua mulher Caroline Johnson, uma biologa marinha, que faleceu com apenas 32 anos, seis meses depois de ter dado à luz a filha de ambos, Florence.

O casal partilhava o amor pelo Mar e os espaços livres e viajavam intensamente tanto juntos como individualmente, tanto que o trabalho da Caroline a levava para locais como Madagascar, Fiji e Bermudas.

O desafio de Marcus irá leva-lo pela Rota Vicentina, entre Sagres, onde o casal passou as primeiras férias juntos e a nossa cidade de Sines, onde passaram juntos as últimas férias.

Ele chegou a Portugal, e a previsão é que irá terminar o desafio em uma semana.

Caroline estava a trabalhar no National Marine Aquarium e estudava para o Doutoramento na Universidade de Plymouth, com foi diagnosticada com Gioblastoma Multiforme de Nível 4, o mais comum e agressiva forma de Tumor Cerebral.

Ela seguiu os seus desejos em casar e dar à luz, o que aconteceu meses antes da sua morte em Outubro de 2013.

A corrida “Coast4Caroline” irá angariar fundos para o Fundo de Pesquisa do Tumor Cerebral do Reino Unido, que irá doar os fundos aos centros de pesquisa existentes, incluindo um na Universidade de Plymouth.

“Caroline estava furiosa quando soube o pouco dinheiro que são para ser gasto na pesquisa sobre os tumores cerebrais. É chocante saber que esta doença devastante mata mais criança e adultos com idades abaixo dos 40 do que qualquer outro cancro, e que só 1% dos gastos nacionais do Reino Unido para as pesquisas do cancro são atribuidas para este tipo de pesquisa”, disse Marcus, ainda dizendo “Caroline não estava com medo de morrer, estava era com medo de ser esquecida”.

“Tenho esperança que ela iria ficar contente por eu me lembrar dela desta forma, e que o trabalho que está a ser feito em Plymouth e noutros locais, irá prevenir outros de ter de sofrer como ela sofreu”.

A Pesquisa de Tumor Cerebral está esforçando-se para financiar uma rede de sete centros de pesquisa dedicada, enquanto desafia o Governo Inglês e Instituições maiores de luta contra o Cancro para investir mais na pesquisa do Tumor Cerebral.

 

 

 

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