FMM como “Aldeia Global de todas as cores”

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Escreve o Jornalista do Semanário Sol Davide Pinheiro: A história dos festivais de músicas do mundo em Portugal não seria a mesma sem passar por Sines. Desde 1999 que o FMM chama à cidade alguns dos mais interessantes embaixadores de culturas locais exteriores aos grandes eixos da cultura pop/rock de tradição anglo-saxónica. Criado em 1999 com o objectivo de valorizar o Castelo de Sines, berço de Vasco da Gama, através de um acontecimento que mostrasse a diversidade das expressões musicais globais, o festival antecipou os factos.  E quando a internet ainda se preparava para esbater fronteiras e derrubado muros, , já Sines apostava na abrangência e diversidade para apelar a uma abertura de mentes. Ao longo de 18 anos, o FMM Sines tem demonstrado sinais de abertura na cultura das músicas do mundo e, este ano, a diversidade dá para todos os gostos desde o rap de Emicidade, ao reggae de Tiken Jah Fakoly, a cumbia de Chico Trujillo, a música popular afadistada de Cristina Branco, a sociedade de inspiração anglo-saxónica formada por Benjamim e Barnaby Keen, a poética de Saul Williams, o ritualismo eletrónico de Ifriqiyya Électrique, a grega Savina Yannatou, o virtuosismo de Richard Bona, Lura, Waldemar Bastos, Carlos Martins e tantos outros, divididos por oito dias entre o Castelo de Sines e Porto Covo.

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