Mário Rui estreou-se pela Selecção Nacional.

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Estreia de sabor amargo para o Sineense Mário Rui. Diante da Holanda, o lateral esquerdo do Nápoles vestiu pela primeira vez a camisola da Seleção Nacional, saíndo de campo com uma pesada derrota por 3-0. Na análise ao encontro, o esquerdino admite que o resultado não foi o que esperava, mas enaltece a atuação portuguesa na segunda metade.

Em dia de estreia o pior foi mesmo o resultado…

“Uma estreia com um resultado que não esperava. Já esperava estrear-me há muito tempo na Seleção Nacional. Infelizmente não foi a estreia esperava, mas fico contente, acima de tudo pela segunda parte que fizemos. Apesar do resultado já estar comprometido, tentámos criar ocasiões que não fomos capazes de criar na primeira parte.”

Porque é que não entrámos na 1.ª parte como entrámos na 2.ª?

“É muito fácil agora falar, visto o resultado. O jogo foi este. Tivemos uma primeira metade menos conseguida e depois, na segunda, sabíamos que tínhamos de mudar a nossa imagem. Somos campeões da Europa e não era a imagem da primeira parte. Foi isso que fizemos e apesar do resultado mudámos a imagem.”

O que sente quando sabe que o Fernando Santos o está a observar?

“Ser finalmente internacional A é o realizar de um sonho. Qualquer jogador tem esta ambição de representar o seu país e eu não fujo à regra. Sei o que tenho feito, o que tenho trabalhado diariamente no clube. As coisas têm corrido bem, tanto no coletivo como individual. Sabia que se continuasse assim podia ter esta oportunidade. Não esperava que fosse agora, mas fiquei muito contente. Agora tenho de dar continuidade no meu clube para poder voltar a ser chamado.”

Sentiu-se em casa?

“É a história de Portugal. Estamos obrigados a sofrer, mas sempre unidos e sabemos que unidos somos mais fortes e este é o lema deste grupo.”

Tentou fazer um golo num remate. Seria o golo 1000…

“Individualmente seria uma grande estreia se tivesse feito o golo. Não era o mais importante. O que importava era mudar a imagem do primeiro tempo e conseguimos fazer.”

Sente-se a caminho do Mundial?

“Não. Tenho de continuar a fazer o trabalho diário que tenho feito no meu clube. Fazer boas exibições a nível colectivo e individual. Depois se for chamado ficarei muito contente, se não for chamado, como o resto dos portugueses, ficarei a sofrer por fora.”

Notícias de Sines com André Ferreira e Foto da Lusa.

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