Empréstimo da La Seda na lista de maiores perdas da CGD.

artlant-em-sines-1060x594

São sete operações de crédito onde existiu um conjunto de falhas nos procedimentos internos do banco e de decisões dos órgãos de decisão que se traduziram num aumento grave da exposição da CGD ao risco, sendo a La Seda, uma dessas operações de crédito.

O relatório da EY, a que o Jornal Económico teve acesso, apontou as operações de crédito com maior risco associado. O crédito à Artlant (La Seda); o crédito à Fundação Berardo e o empréstimo à Investifino lideram o grupo de sete operações de crédito da CGD que mais imparidades geraram.

O crédito à Artlant (fábrica da La Seda em Sines) que se encontra em liquidação, cuja exposição em 31 de dezembro de 2015 (limita máximo do período analisado) ainda era 350,8 milhões de euros e tinha imparidades de 211,19 milhões (60,2%).

Recorda-se que a Indorama Ventures, é a actual proprietária da antiga fábrica da Artlant em Sines, investiu 150 milhões de euros em tesouraria e na retoma da produção.

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s