Organização ambientalista Climáximo critica REN

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A empresa Redes Energéticas Nacionais celebrou a 500ª entrega de gás natural liquefeito no Porto de Sines. A organização ambientalista Climáximo responde que não há nada a festejar no que considera mais “um crime climático”. E anuncia um acampamento contra o gás fóssil. Afirma ainda a organização, que o comunicado da empresa a dar ênfase a esse marco da 500ª entrega, nada menciona sobre as consequências ambientais deste modelo energético. Os ambientalistas denunciaram assim “a forma orgulhosa” que a REN utiliza neste anúncio, considerando que “não existe nada a celebrar em mais um crime climático” e salientando que “é urgente mudar de caminho para uma transição energética justa” para energias limpas. Para o Climáximo, a efeméride recorda outras coisas que não a eficiência de um porto. Nomeadamente, “a aposta no gás fóssil”, visível por exemplo nos furos de prospeção de gás na Zona Centro ou no gasoduto entre Guarda e Bragança, que “desmente o discurso do governo sobre a descarbonização da economia”. E deveria também “ser um alerta da dependência energética de Portugal de combustíveis fósseis”. Precisamente para combater o gás fóssil e para promover a “justiça climática”, esta organização junta à sua denúncia a convocatória para um “acampamento de acção” contra uma infraestrutura de gás fóssil, denominado Camp in Gás, e que acontecerá verão de 2019.

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