João Galamba admite ganho da EDP na central de Sines.

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O secretário de Estado da Energia, João Galamba, admite que a decisão que concedeu à EDP a licença sem prazo para operar a central de Sines, sem compensar o Estado, pode ter representado um benefício para a empresa. No entanto, acrescenta que mesmo que este ganho exista, a capacidade negocial do Estado para conseguir da empresa alguma compensação é muito reduzida. “Posso fazer uma proposta, mas a EDP pode dizer não. João Galamba respondeu às questões na comissão parlamentar de inquérito às rendas excessivas do sector chegando até a ser com um estudo do regulador que aponta para margens positivas com a exploração desta central até à data em que está previsto o fim do carvão. Questionado por Hélder Amaral do CDS-PP, sobre se tenciona aproveitar a renovação da licença ambiental de Sines, prevista para os próximos anos, para renegociar as condições financeiras de exploração da central, João Galamba lembra que o país precisa de Sines, que é a maior central em Portugal. E que fechar a central antes de estar assegurada a segurança do abastecimento “não recupera para os consumidores os benefícios que a EDP pode ter ter tido desde 2004.”. O secretário de Estado admite contudo fechar a central que mais CO2 emite no país antes da data prevista de 2030, mas primeiro é preciso testar tecnologias, nomeadamente ao nível do armazenamento de energia, que permitam substituir com segurança a operação desta central.

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