Medway defende “variante alternativa” para capitalização dos investimentos em Sines

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Ao abordar questões estratégicas, comuns ao país e à operadora, Bruno Silva, managing director da Medway, debruçou-se sobre o Porto de Sines e a sua conectividade ferroviária, defendendo uma maior “redundância de infra-estruturas”.

“Um tema muito importante centra-se, sobretudo, no eixo a Sines. Há uma intenção clara do país em existir uma nova concessão em Sines, no Terminal Vasco da Gama, um alinhamento para a expansão do Terminal XXI, e, no fundo, está-se a criar uma área portuária com grande potencial mas ligada à rede ferroviária por uma única linha de via única”, começou por explanar o managing director da Medway. Para o gestor, os novos investimentos previstos para Sines (nomeadamente nos contentores) serão capitalizados da melhor forma com mais alternativas de rede.

“Devemos aprender um pouco com a história recente que aconteceu na Alemanha com o exemplo de Rastatt – um investimento tão grande do país numa zona portuária tem com conviver com uma variante alternativa para que haja redundância na infra-estrutura e isso aliás já está definido com a ligação de Sines a Grândola Norte. É extremamente importante para trazer mais capacidade para servir estas infra-estruturas e para mitigar eventos disruptivos que possam acontecer e que acabam por ter impactos brutais na economia do país», explicou.

 

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