EDP quer minimizar impactos negativos do fecho da central de Sines.

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Segundo avança o Jornal Expresso, o Presidente executivo da EDP, António Mexia, garante estar preocupado com o futuro dos trabalhadores da termoeléctrica que o Governo quer fechar até 2023. “O objectivo é minimizar o impacto desta transição”. A frase é de António Mexia, presidente executivo da EDP, que afirmou estar preocupado com o futuro dos trabalhadores da central a carvão de Sines. A central, a maior do país, dá emprego a cerca de 400 pessoas, e o Governo quer encerrá-la em 2023, ainda antes do prazo de 2025 a 2030 que chegou a estar previsto. Em declarações aos jornalistas na Web Summit, António Mexia evitou entrar em detalhes sobre o futuro da central e dos seus trabalhadores. E também não quis comentar a promessa do Governo de que Sines deixará de funcionar em 2023. “Estamos absolutamente tranquilos com a transição energética. Há um phase-in das renováveis mais acelerado do que era esperado e um phase-out do carvão também mais acelerado. A central de Sines terá a vida que terá”, declarou António Mexia. “Estamos preocupados com essas pessoas, mas também com todas as outras [do grupo EDP]”, comentou ainda o gestor da EDP.

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