Covid-19. Voltar ao cabeleireiro só com marcação e sem bijuteria.

Screenshot_20200421-011108_Chrome

Os cabeleireiros estão a preparar-se para reabrir as portas, mas com um pacote de novas regras para proteger clientes e trabalhadores em tempo de pandemia. Vai ser preciso fazer marcação prévia, levar máscara, ou até viseira, e deixar em casa os anéis, colares, brincos, pulseiras.

“As pessoas têm de perceber que só podem levar o que é essencial porque tudo o que entra num salão pode estar contaminado e aumenta os riscos”, diz Cristina Bento, assessora da direcção da Associação Portuguesa de Barbearias, Cabeleireiros e Institutos de Beleza (APBCIB).

Assim, quem está a pensar fazer compras antes de ir ao cabeleireiro deve reconsiderar porque os sacos extra não serão bem vindos. Os cumprimentos pessoais também deixam de fazer parte do ritual, mas lavar e desinfetar as mãos à entrada do salão passará a ser obrigatório.

“Temos de nos habituar a seguir as recomendações com naturalidade. Se virmos alguém desinfectar a cadeira onde estivemos sentados, temos de perceber que é para o bem de todos nós. Se o serviço estiver atrasado e for preciso esperar um pouco à porta, como no supermercado ou na farmácia, também”, refere a directora-geral da associação.

E também será natural ver o cabeleireiro de luvas, máscara ou viseira, sempre de mangas compridas, aceitar que ele tire a temperatura corporal ao cliente antes de o deixar entrar, ter cada trabalhador a preencher uma tabela de registo de sintomas.

Tudo depende da organização de cada espaço, mas em regra os salões vão perder, no mínimo, 50% da capacidade de resposta, de forma a garantir o espaçamento entre clientes.

Agora, apontado como um dos segmentos da economia que deverá recomeçar a abrir as portas em maio, e a retomar a actividade de forma gradual quando terminar o estado de emergência, que foi prolongado até 2 de maio, o sector já adoptou regras conjuntas e recomendações, subscritas pelas diferentes associações desta área, assumindo o seu “compromisso” no combate à pandemia.

Para facilitar a actividade e permitir atender mais pessoas, admite-se o alargamento dos horários de funcionamento dos estabelecimentos. Foi um trabalho feito em articulação com a Direção Geral de Saúde, profissionais de saúde e técnicos de higiene e segurança, explica Cristina Bento, que representa a associação com mais peso nesta fileira.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s