Erro informático deixa para já médicos e enfermeiros sem aumento salarial.

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O Ministério da Saúde justificou com um erro informático os atrasos do aumento salarial a médicos e enfermeiros. Nos acertos feitos esta semana aos funcionários públicos, que se iniciaram por trabalhadores da administração pública, estes profissionais de saúde ficaram para já de fora, devido a uma dificuldade em “parametrizar” os novos valores.

O Governo já tinha referido na sexta-feira que alguns dos aumentos ficariam para maio, e ontem o Jornal Público avançou que o adiamento contempla médicos e enfermeiros. O Ministério da Modernização e da Administração Pública frisava ainda que o problema não residia na falta de verbas, mas com dificuldades técnicas com que os serviços se têm defrontado.

Roque da Cunha, dirigente do Sindicato Independente dos Médicos, reage sem surpresa a este erro. “Também nas pequenas coisas se vê a consideração – pouca – que o Ministério da Saúde tem pelos seus profissionais. Apesar de muitas vezes os enaltecer – mesmo quando sabe que muitos deles estão a ser infectados, mesmo quando não lhes dá a protecção adequada, mesmo quando não os reconhece como profissão, como os seus colegas em França e na Alemanha -, até nestas pequenas coisas é desleixado.”

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