Movimento Zero repudia «discriminação aos polícias».

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Numa nota na sua página do Facebook, o Movimento Zero afirma repudiar «os conteúdos e os comportamentos inadequados que se praticaram ontem nas diversas cidades portuguesas», na sequência das várias marchas alegadamente anti-racismo.

«Manifestos contra o RACISMO e XENOFOBIA serão sempre por nós aplaudidos e concordaremos sempre com a sua realização, contudo, o que ontem foi demonstrado, tratou-se apenas de um manifesto demais evidente de INCENTIVO ao ÓDIO CONTRA OS POLÍCIAS!

Um manifesto que tentou deturpar a realidade do nosso país. Apenas pretendeu fazer crer a existência de uma violência policial que, em boa verdade, é tremendamente escassa em Portugal.»

O Movimento recorda também as «mais de 200 agressões perpetradas contra elementos policiais desde o início do presente ano e neste momento, estariam as convicções de uma grande maioria de Portugueses completamente deturpadas».

Neste comunicado, dão ainda nota das «dezenas de vídeos por nós publicados, onde se podem assistir aos mais diversos insultos, coações e demais ofensas diárias a que os Polícias estão sujeitos. Não há como manipular os factos!»

O Movimento Zero considera que «ontem foi apenas mais um dia. Ontem, todos puderam publicamente assistir ao acentuado desrespeito pelas Forças de Segurança e há cada vez menor autoridade a que estamos subjugados» e deixa ainda um repto: «Será que assistindo à verdadeira realidade, não seria muito mais lógico serem os POLÍCIAS e uma grande parte da SOCIEDADE, aquela de bem e que defende Forças de Segurança respeitadas e dignificadas, se manifestarem? Será que as ruas do país não seriam demasiado pequenas, para tamanha demonstração da razão?».

Em jeito de resposta, o Movimento afirma que «os Polícias REPROVARÃO sempre toda e qualquer demonstração de discriminação mas não poderão nunca tolerar que, através do uso discricionário do termo “discriminação”, ora por racismo, ora por xenofobia, se procure escamotear a verdadeira problemática existente: a responsabilidade criminal de criminosos», e considera que «o pretexto da realização das manifestações de ontem, apenas serviram para demonstrar uma vez mais, o desrespeito existente para com as Forças de Segurança».

E apontam o dedo aos «manifestantes que em bom rigor, apenas defendem a insegurança pública» e ainda aos «verdadeiros interessados? Governo, grupos parlamentares e órgãos de comunicação social. Todos se servem da desunião para reinar!».

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