Porto de Sines regressa à maioria absoluta (50,8%) dois anos depois.

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O Porto de Sines, após dois anos consecutivos abaixo da quota dos 50%, recuperou, no quadrimestre Janeiro-Abril, a maioria absoluta no mercado portuário português de movimentação de cargas, com 50,8% do total (+1,4 pontos percentuais face ao período homólogo de 2019), seguindo-se Leixões com 23%, Lisboa com 9,6%, Setúbal com 7,4%, Aveiro com 6,3%, Figueira da Foz com 2,3%, Viana do Castelo com 0,5% e Faro com 0,1%. Segundo confirmam dados da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT), subiu 1,4 pontos percentuais e consolidou-se, mais uma vez como o «porto com maior influência no comportamento do mercado portuário de movimentação de carga». Esta evolução, infere a AMT, «reflecte, porventura, uma dinâmica de recuperação, que, para já, se traduz num abrandamento da evolução negativa em termos homólogos, que passou de -7,3% no 1º trimestre para -1,3% no período em análise, não obstante o handicap induzido pelo mercado do Carvão».

O porto sentiu, nos primeiros quatro meses de 2020, uma expectável quebra na movimentação de Carvão e um decréscimo do volume da Carga Contentorizada de -180 mil toneladas (-2,8%), mas são ambos significativamente compensados pelo acréscimo do volume de Petróleo Bruto, de +1,13 milhões de toneladas (+50,2%) e ainda pelo aumento do volume dos Produtos Petrolíferos, da ordem dos +210,4 mil toneladas (+5,1%).

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