Venda de máscaras gerou mais de mil reclamações em Portugal.

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O Portal da Queixa recebeu mais de 1.000 reclamações, entre 18 de março e 16 de junho, sobre a venda de máscaras de protecção.

Em comunicado, a Portal da Queixa revela que recebeu 1.016 queixas e que os principais motivos estão relacionados com o atraso na entrega da encomenda, o preço excessivo, burla e não conformidade com o Citeve. Entre as cinco marcas com maior número de reclamações estão a MO Online e a Zippy, que fazem parte da SONAE.

“De acordo com a análise feita pela equipa do Portal da Queixa, no período analisado referente à primeira fase de confinamento (início do Estado de Emergência), as farmácias foram o principal alvo de reclamações relativamente à venda de máscaras. As queixas apresentadas incidiram em dois motivos: primeiro o valor excessivo e, em segundo, a escassez face à enorme procura por parte dos consumidores”, revela a nota.

“A preocupação generalizada com a falta de máscaras e a obrigatoriedade do uso de máscara de proteção em vários cenários, fez disparar, pelo país, a produção de máscaras sociais em várias empresas têxteis, uma iniciativa que veio aumentar a oferta e que, equacionada à redução do IVA para 6%, permitiu uma redução considerável no valor de venda”, acrescenta.

Durante os 100 dias analisados, as marcas que mais reclamações receberam relativas à venda de máscaras foram: MO Online – Modalfa (348); 365 Inbox (158); Pano Fino (43); N95 Portugal (38) e Zippy (15).

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