Confinamento de um mês é consensual diz Costa.

O primeiro-ministro insiste que procura tomar medidas tendo em conta a realidade e sabe que no Natal houve menos testes. E justifica um confinamento geral de um mês porque as medidas demoram duas a três semanas a produzir efeitos positivos.

Esclarece que tem feito um esforço grande para tomar decisões com base no melhor entendimento científico disponível e nem sempre os cientista convergem. “O decisor político não vai poder tomar a decisão com base no que disseram os especialistas” e que terá de usar a sua “própria inteligência e perceção” e que vai ouvir diretores de escolas e associações de pais, já que existe uma divergência entre cientistas.

Costa diz que escola é só “mais um factor de movimentação” e “não é em si um foco de infeçcão.

Sobre os números, o primeiro-ministro diz que a “perceção do risco tem vindo a diminuir e o uso de máscaras tem vindo a diminuir” e alerta que “todas as medidas de prevenção são uma arma imprescindível”.

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