Contentores crescem até Abril: Porto de Sines liderou com subida de +13,6%

No período de Janeiro-Abril de 2021, o movimento de Contentores, revelou a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) atingiu um volume de 995,5 mil TEU, traduzindo um aumento de 84,56 mil TEU correspondente a +9,3%, face ao registo do período homólogo de 2020.

No artigo da Revista Cargo, é indicado que o desempenho do ecossistema portuário do Continente neste segmento dos contentores espelha o que se passou na maioria dos portos, com excepção de Leixões que retrocedeu 16,2 mil TEU (–6,6%). O grande destaque vai para o Porto de Sines, que movimentou 70,1 mil TEU (+13,6%) até Abril; Lisboa também cresceu +22,4% (mais 20,5 mil TEU), e também Setúbal, com um crescimento de +18,9% (mais 9,9 mil TEU).

No relatório sobre a movimentação portuária nos primeiros quatro meses de 2021, ao qual a Revista Cargo teve acesso, a AMT frisa que este comportamento foi «significativamente alavancado no tráfego de transhipment efectuado em Sines (que ascende a 419,5 mil TEU, correspondente a 71,7% do movimento do porto e a cerca de 44,2% do total) e que é responsável por um acréscimo de 76,7 mil TEU (+22,4%). Já no que respeita ao tráfego com o hinterland o porto de Sines observa um recuo de 6,6 mil TEU (–3,8%), fixando uma quota de 29,8%, quando a de Leixões se situa em 38% e Lisboa em 19,9%».

Em termos globais, o volume do tráfego de transhipment registou um aumento de cerca de 21,1%, enquanto o tráfego com o hinterland ficou por uma variação positiva de 1,4% (em resultado dos acréscimos verificados em Lisboa, Setúbal e Figueira da Foz, de, respectivamente, cerca de 21,7%, 18,9% e 4,6%, que anularam os decréscimos de 6,8% em Leixões e de 3,8% Sines). Ao transhipment cabe uma quota de 44,2%.

Após estes registos, Sines passa assim a deter uma quota maioritária absoluta de 58,8%, +2,2 pontos percentuais do que no período homólogo de 2020, mas ainda a 2,3 pontos percentuais da sua quota mais elevada, em 2017, seguindo–se Leixões com 23,1% (–3,9 pontos percentuais que em 2020), Lisboa com 11,3% (+1,2 pontos percentuais), Setúbal com 6,2% (+0,5 pontos percentuais) e Figueira da Foz com uma quota residual de 0,7%.

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