Caravanismo ilegal no Litoral Alentejano causa degradação de zonas protegidas

A Associação Arriba, através das suas redes sociais, veio alertar para o facto de centenas de caravanas continuarem a pernoitar em locais proibidos, ao longo da costa alentejana.

Conforme refere a Associação, a situação é recorrente e está a levar à degradação de zonas protegidas o que leva a Associação a pedir maior fiscalização.

A ARRIBA, na sua página de Facebook alerta “todas as empresas de aluguer de caravanas, de que é importante avisar os seus clientes sobre a lei que entrou em vigor este ano e mais concretamente a alteração iniciada dia 25 de agosto de forma a que os clientes não sejam apanhados de surpresa pelas autoridades ou pelas comunidades locais que têm mostrado o seu descontentamento de forma menos simpática.”

Conforme notícia avançada na SIC Notícias, os membros da Associação Arriba – composta por empresários e residentes na zona – vão partilhando as vídeos onde mostra o lixo e o aparcamento indevido de caravanas e carrinha, em zonas de grande sensibilidade ambiental.

Em 110 km de parque natural, entre Vila do Bispo, Aljezur, Odemira e Sines há uma costa com belas paisagens, que atraem quem gosta da natureza.

Apesar da maior parte dos turistas acabar por parar onde calha, a legislação não permite a pernoita ou aparcamento fora de áreas de serviço para autocaravanas ou parques de campismo. Conforme consta na legislação em vigor é proibido o estacionamento de autocaravanas e similares nas áreas da Rede Natura 2000, áreas de paisagem protegida e zonas abarcadas pelos Planos de Ordenamento da Orla Costeira, fora dos locais autorizados para estacionamento de veículos.No restante território e na ausência de regulamento municipal para a actividade, é permitida a pernoita de autocaravanas homologadas pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes, I. P., por um período máximo de 48 horas no mesmo município, salvo nos locais expressamente autorizados para o efeito, para os quais não se estabelece qualquer limite de pernoitas.”

A associação Arriba queixa-se , conforme refere a mesma fonte, de que a fiscalização continua a ser insuficiente

Recorde-se que, desde o inicio do ano, a GNR fez seis ações de fiscalização musculadas e várias outras de menor envergadura. Foram passados 200 autos de contra ordenação.

Fonte: Sic Notícias

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