Aicep Global Parques explicou promoção da ZILS em torno de três eixos

São três os principais eixos verticais em torno dos quais a aicep Global Parques está a promover a Zona Industrial e Logística de Sines (ZILS). A estratégia foi explicada pelo presidente executivo da aicep Global Parques, na passada sexta-feira, no decorrer da conferência nacional promovida por esta entidade para debater novas soluções energéticas para as indústrias.

O evento, que teve lugar no Centro de Negócios da ZILS e que contou com a participação dos secretários de Estado Eurico Brilhante Dias e João Galamba, entre outros, permitiu a Filipe Costa descrever o trinómio de acção da aicep Global Parques no complexo industrial e logístico daquele território do litoral alentejano.

O primeiro eixo, intitulado “ZAL Sines – Zona de Actividades Logísticas”, consiste no “apoio aos terminais Multiusos e de Contentores do Porto de Sines, cuja capacidade de ‘handling’ crescerá a prazo dos actuais 2 para os 8 milhões de contentores por ano”, disse Filipe Costa, adiantando que estes “investimentos somados aos complementares nas acessibilidades rodoferroviárias apontam para um total de 2,5 mil milhões de euros, de investimento público e privado”.

Como segundo eixo, o responsável identificou o “Sines Tech – Innovation & Data Center Hub”, que, acrescentou, “visa habilitar a infra-estrutura da transição digital nacional ao acolher estações de amarração de cabos submarinos, como a EllaLink, e centros de dados, como o Start – Sines Transatlantic Renewable & Technology Campus”. O conjunto de investimentos privados antecipados “são 4 mil milhões de euros”, frisou.

Já o terceiro eixo, denominado “Energia Sul” congrega “as gerações e indústrias energéticas, refinadoras, petroquímicas e químicas em presença, expansão, transição energética e instalação, com foco nos gases renováveis, na descarbonização e na circularidade”, explicou o presidente executivo da aicep Global Parques. Nesse domínio, lembrou ainda “os projectos do ‘Sines Hydrogen Valley’ que somam 5 mil milhões de euros” e também “os projectos industriais como o de expansão do Complexo Petroquímico da Repsol Polímeros ou os vários da Galp e outras empresas químicas, em Sines, que supera 2,5 mil milhões de euros”.

Além de Filipe Costa, intervieram ainda no evento Eurico Brilhante Dias, secretário de Estado da Internacionalização, Luís Delgado, presidente da APQuímica e membro do Conselho de Administração da Bondalti, e João Galamba, secretário de Estado Adjunto e da Energia. No painel empresarial participaram Miguel Fonseca (EBM da EDP Comercial), João Conceição (COO da REN), José Pedro Salema (CEO da EDIA), Teresa Abecasis (COO Comercial da GALP), Marco Vantaggiato (EMEA Manufacturing Head da Indorama) e Pedro Aguiar (CEO da Prosolia Portugal).

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