Climáximo denuncia entrega de gás fóssil da Rússia em Sines e exige recusa pela autoridade portuária

“Hoje, mais de 450 organizações de sociedade civil mostraram o seu apoio a uma declaração lançada pelas organizações climáticas da Ucrânia, que exige a paragem imediata dos contratos de combustíveis fósseis com as empresas russas, com vista a acabar com a economia fóssil através de uma transição justa, bem como a proibição de qualquer importação de combustíveis fósseis da Rússia”, informa o Climáximo em comunicado.

“O Climáximo alerta o público geral sobre a cumplicidade ativa dos governos europeus que apoiam o capitalismo fóssil, que leva crise climática, fome e guerra a todas as regiões do mundo. Ao contrário da BP, Shell, Eni, Equinor e Exxon, a TotalEnergies recusou-se, até agora, a sair da Rússia. A empresa disse que apenas implementaria as sanções da UE e não forneceria mais capital para novos projetos na Rússia. O ministro francês da Economia e Finanças, Bruno Le Maire, declarou no 1º de março que a parceria da TotalEnergies com a Novatek era ‘problemática'”, diz.”O Climáximo exige a rejeição do carregamento de gás por parte da autoridade portuária e uma transição justa e rápida para o Porto de Sines, bem como para o sector energético a nível nacional, bem como a saída da TotalEnergies da Rússia”, conclui.O terminal de GNL em Sines recebe mais de 90% do gás que entra em Portugal. Aproximadamente 10% do gás que Portugal recebe provem da Rússia.

Foto: JOAO RELVAS / LUSA

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