Carta arqueológica vai reunir património subaquático da região.

O património cultural subaquático do Alentejo Litoral vai ser recuperado e inventariado e constar de uma carta arqueológica, a elaborar no âmbito de um projecto da Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC). De acordo com os promotores, o projecto, intitulado “Um Mergulho na História” (UMH), vencedor do Orçamento Participativo Portugal (OPP), vai permitir caracterizar, ao longo de dois anos, os vestígios arqueológicos do património cultural náutico e subaquático da região do litoral alentejano. O objectivo é “elaborar uma carta arqueológica subaquática” onde vão ser identificados “os sítios e os vestígios de arqueologia náutica subaquática”, explicou esta à agência Lusa, António Batarda, chefe da divisão da DGPC dedicada ao património arqueológico.“Há muito trabalho feito já em arquivo, mas também a partir de dados que são adiantados pela comunidade ribeirinha, como pescadores, mergulhadores, pessoas que frequentam a praia e associações locais, que vão dando conta de algumas descobertas”, indicou. Segue-se uma “fase de validação e de visita a alguns sítios” e “de georreferenciação” para que, com estas ferramentas, seja possível “construir uma carta para esta região” que “identifique estes vestígios de arqueologia náutica subaquática”, adiantou o responsável da DGPC. Com uma dotação financeira de 300 mil euros, estão previstas “dezenas” de missões de prospecção e de localização de sítios arqueológicos submersos nos concelhos de Sines, Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém e Odemira.

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