Investimento em Central de Hidrogénio pode criar 1000 postos de trabalho.

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O já denominado Flamingo Verde é um projecto desenvolvido por 15 empresas, das quais o Resilient Group, o Banco ABN Amro, a empresa dinamarquesa de turbinas eólicas Vestas, a EDP e a Galp.

Este projecto visa produzir hidrogénio a partir de fontes renováveis em Portugal para depois ser exportado para o norte da Europa, nomeadamente os Países Baixos e constituí um investimento de 3,500M de euros.

O Flamingo Verde terá a capacidade de produzir 465 mil toneladas de hidrogénio por ano, eliminando a emissão de 18,6 milhões de toneladas anualmente.

As propostas para obter financiamento europeu têm de ser apresentadas até abril em Bruxelas.

Prevê-se o arranque da obra no final de 2021, ficando localizada em São Torpes e deverá criar perto de 1000 postos de trabalho.

Entre as vantagens de Sines para albergar este projecto, está o facto de ser um porto de águas profundas, contar com um complexo industrial químico e elétrico e dispor de mão de obra qualificada.

Alunos do 2.º Ciclo com escola das 9 às 17 horas.

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O programa Escola a Tempo Inteiro (ETI) vai ser alargado aos alunos do 2.º Ciclo, prolongando assim o horário escolar das 9 às 17 horas, avança o Jornal de Notícias. O programa, que consiste na existência Das Actividades de Enriquecimento Curricular (AEC), já é aplicado aos alunos do 1.º Ciclo e vai agora entrar em vigor para os alunos do 5.º e 6.º ano como experiência-piloto.

A medida, que deverá ser generalizada em 2022, vai entrar em vigor em dez agrupamentos escolares. O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, anunciou o alargamento da experiência na Comissão de Orçamento de Finanças, onde a sua pasta será discutida na especialidade.

Ao Jornal de Notícias, fonte do ministério da Educação explicou que a experiência vai contar com dotação orçamental e fundos comunitários, estando apoiada “num trabalho prévio de auscultação de diferentes serviços da administração educativa e de um conjunto de especialistas”.

Taça Hugo dos Santos: Oliveirense bate Benfica e revalida título.

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A Oliveirense reconquistou ontem a Taça Hugo dos Santos de basquetebol, ao vencer o Benfica por 83-81 numa final que liderou durante mais de 37 minutos, mas onde foi obrigada a mostrar ‘estofo’ nos últimos instantes.

O conjunto de Oliveira de Azeméis, vencedor da competição na época passada, teve o mérito de conseguir uma vantagem que chegou a ser de 15 pontos, mas acabou por ser ultrapassado momentaneamente a cinco minutos do fim, sendo obrigado a lutar até ao último lance para erguer o troféu.

Os ‘encarnados’, ao contrário do que é habitual, concederam demasiados ‘turnovers’ (21) e nem sempre tomaram as melhores decisões na hora de atacar o cesto, ao contrário da Oliveirense, que funcionou quase sempre como um ‘pêndulo’ e raramente esteve muito tempo sem pontuar.

A equipa de Oliveira de Azeméis chegou ao fim do primeiro período com uma vantagem de 21-13, graças a uma maior capacidade de luta nas tabelas e eficácia nos lançamentos de campo, conseguindo um parcial de 11-4 em cinco minutos, que acabou por fazer a diferença.

Os nortenhos lograram mesmo aumentar ligeiramente a distância no final de um segundo período, disputado quase ao ‘milímetro’, apesar de uma melhoria evidente dos ‘encarnados’ nos ressaltos junto de ambas as tabelas, e foram para o intervalo com dez pontos de vantagem (45-35).

Só que no terceiro ‘quarto’ do encontro, após três minutos de equilíbrio, o Benfica ‘disparou’ para um parcial de 9-0 em apenas dois minutos que relançou a equipa no marcador e também animicamente, conseguindo chegar à entrada do último período do encontro com uma desvantagem de apenas três pontos (58-55).

A recuperação do Benfica prosseguiu no último período do encontro e a equipa de Carlos Lisboa chegou mesmo a passar para a frente do marcador (68-67) quando faltavam disputar apenas cinco minutos, mas a Oliveirense, com um parcial de 10-2 nos dois minutos seguintes voltou a colocar-se em vantagem.

Os últimos segundos foram disputados ponto a ponto, com as habituais faltas táticas que ocorrem quando as distâncias são mínimas, mas depois de João Balseiro desperdiçar um lance livre e deixar os ‘encarnados’ a dois pontos, a seis segundos do final, o base Anthony Ireland errou a última bola, mesmo por baixo do cesto, e a Oliveirense fez a festa com o 83-81 final.

Foi o segundo título da Oliveirense em onze edições da Taça Hugo dos Santos, enquanto o Benfica, apesar da derrota, continua a liderar o historial da competição com seis troféus conquistados.

Veg&tal referenciado pela Sapo Viagens.

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No Sapo Viagens, site online de referência sobre viagens, a autora Susana Sousa Ribeiro classificou os 40 dos melhores restaurantes vegetarianos, de norte a sul do país e incluiu o restaurante sineense Veg&tal. A lista contém restaurantes especializados em comida vegetariana ou vegan, enquadrados “em espaços modernos, repletos de receitas saudáveis que vão muito além da típica salada mista.”

Flamingo Verde: Projecto de hidrogénio em Sines avaliado em €3.500 milhões.

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A estratégia multinacional encabeçada por Portugal e pelos Países Baixos para a produção de hidrogénio verde em Sines e exportação para o Norte da Europa já tem nome: Green Flamingo, ou Flamingo Verde na tradução para português. E propõe-se gerar mais de 5.000 empregos, com o projecto a ser avaliado em €3.500 milhões em termos de investimento.

O objetivo consta da apresentação feita em Bruxelas na passada quarta-feira, 15 de janeiro, e tornada pública nas últimas horas no site reservado à iniciativa Projectos Importantes de Interesse Europeu Comum (IPCEI na sigla em inglês). Este mecanismo comunitário permitirá aceder a financiamento europeu em condições mais favoráveis para o desenvolvimento de investimentos estruturantes, entre os quais no hidrogénio verde.

A iniciativa apresentada, que vai envolver além de Portugal e dos Países Baixos, também a Alemanha e a Dinamarca, estima um investimento superior a €3.500 milhões no desenvolvimento, na zona do Porto de Sines, de “um hub de exportação de hidrogénio verde, ligado por via marítima ao porto de Roterdão, a porta para o megacluster químico da Europa.”

Segundo a apresentação consultada pela EXAME, o consórcio envolverá 15 empresas, sendo já conhecidos os nomes de oito delas. Além do Resilient Group – liderado por Marc Rechter e que está a coordenar a estratégia – somam-se as holandesas Vopak (especialista em armazenamento de combustíveis, que investiu recentemente numa empresa de tecnologias para a logística de hidrogénio) e Anthony Veder (especialista no transporte de gás por via marítima).

A empresa espanhola H2B2 de tecnologias de eletrólise (que permitem obter o hidrogénio através de eletricidade) e a dinamarquesa Vestas (produtora de turbinas eólicas) estão também na iniciativa, a par das portuguesas EDP e Galp, que já tinham vindo a sinalizar uma aproximação ao processo. O banco ABN AMRO, dos Países Baixos, também integra o agrupamento.

A estratégia de hidrogénio verde para Sines foi revelada em novembro passado pelo secretário de Estado Adjunto e da Energia, João Galamba. E a apresentação da passada quarta-feira traz novos pormenores: a central combinará tecnologias solar e eólica para alimentar um eletrolisador de 5GW. E prevê a produção de 465 mil toneladas de hidrogénio por ano, permitindo evitar emissões de 18,6 MT de CO2 por ano. Pressupõe ainda a criação de uma rede de distribuição de hidrogénio.

O cronograma da apresentação feita em Bruxelas aponta para a apresentação de uma candidatura da estratégia a IPCEI até 30 de abril deste ano, esperando-se que os resultados sejam conhecidos em novembro. O início da construção do projeto em Sines está previsto para junho de 2021. Até ao momento são conhecidos dez projetos no âmbito da iniciativa IPCEI.

João Galamba disse esta semana que o Governo quer aprovar até ao final de março o Roteiro Nacional para o Hidrogénio, o documento que guiará a actividade de produção, distribuição e consumo de hidrogénio no País até 2050 e que pretende contribuir para a estratégia de descarbonização.

Em paralelo, o Governo iniciou também o trabalho de alterações legislativas necessárias ao desenvolvimento do sector, nomeadamente ao nível da certificação e garantia de origem dos gases renováveis (além do hidrogénio, também o biometano) e da sua incorporação no gás natural. As mudanças na legislação, que o governante considera que robustecem a estratégia de descarbonização do País e poderão até acelerar o cumprimento das metas entre 2030 e 2050, estarão aprovadas até ao final do primeiro semestre.

Terminal de GNL cresceu 40% em 2019 e é a nova aposta do porto de Sines.

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No ano passado, registou-se um crescimento exponencial da movimentação de carga no terminal de  GNL – Gás Natural Liquefeito, que protagonizou um crescimento de c 40% face ao período homólogo.

Em 2019, o porto de Sines verificou “um crescimento de 4% na movimentação de granéis líquidos, alavancado pelo GNL a registar uma variação homóloga acima dos 40%”, destaca um comunicado da APS – Administração dos Portos de Sines e do Algarve.

“O Terminal de Gás Natural de Sines obteve uma excelente ‘performance’ em 2019, registando um crescimento de 44,5%, face ao período homólogo, ultrapassando os quatro milhões de toneladas, o que lhe permitiu reforçar a sua posição de principal porta de entrada de GNL no país, sendo responsável por cerca de 90% do consumo nacional”, adianta o referido comunicado.

O mesmo documento da APS assinala que “a crescente descarbonização da economia teve impacto nos índices de movimentação do porto de Sines, refletindo-se em dois dos principais segmentos de carga – granéis líquidos, com as ramas a registarem um decréscimo de 16%, face à redução de recepção de matéria prima por parte da refinaria de Sines; nos granéis sólidos, a redução do recurso ao carvão para produção de energia, privilegiando energias mais limpas levou a um decréscimo de 39%”.

Praia da Ilha do Pessegueiro vai sofrer obras de requalificação.

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A empresa Polis Litoral Sudoeste – Sociedade para a Requalificação e Valorização do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, lançou recentemente o concurso público para a empreitada de valorização e qualificação da Praia da Ilha do Pessegueiro.

Este concurso tem um preço base de 349 mil euros e prevê um prazo de execução de 120 dias.

Esta empreitada visa a criação de infraestruturas de apoio ao uso balnear (áreas de lazer, acessos viários, estacionamento, acessos pedonais, apoios de praia de qualidade), garantindo a segurança e conforto na sua utilização, mantendo a integridade biofísica do espaço em que se inserem, criando uma imagem de conjunto de referência, associada ao valor ambiental da envolvente (recuperação dunar, renaturalização de áreas degradadas).

Concretamente, com esta empreitada prevê-se reordenar e qualificar o estacionamento, garantindo um enquadramento favorável do Forte; Demolir o restaurante existente (a executar numa fase posterior); Construir um restaurante novo, em local mais favorável e devidamente enquadrado na envolvente (a executar numa fase posterior); e Construir um miradouro .

Este projecto resulta de um investimento global de 455.870 euros, com um cofinanciamento comunitário de 85%.