Época Balnear em Sines começou este sábado.

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A época balnear 2020 teve início no concelho de Sines este sábado. Na conjuntura de pandemia que se atravessa, as praias estarão sujeitas a novas regras de acesso, ocupação e utilização. Uma dessas condicionantes é a existência de lotação máxima, definida pela Agência Portuguesa do Ambiente, com o objectivo de evitar aglomerações.  No caso das praias de Sines, as lotações definidas foram as seguintes: Praia Vasco da Gama (2000 banhistas), São Torpes (2000), Morgavel (400 ou 600, consoante a variação da maré), Vale Figueiros / Vieirinha (1300), Grande de Porto Covo (300 ou 400, consoante a variação da maré) e Ilha do Pessegueiro (700).  Além do distanciamento físico, os utentes devem manter a etiqueta respiratória, limpar as mãos com frequência, depositar os resíduos gerados nos locais destinados a esse efeito e respeitar as orientações das entidades competentes. A Câmara Municipal de Sines volta em 2020 a assegurar a vigilância das praias não concessionadas mas classificadas como de uso balnear, ou seja, as praias de Morgavel e da Ilha do Pessegueiro. Na contratação dos nadadores-salvadores, a autarquia manteve também em aberto a possibilidade de assegurar vigilância em duas praias que não estão classificadas como de uso balnear: Samoqueira e Costa do Norte. A vigilância das praias Vasco da Gama, São Torpes, Vale Figueiros / Vieirinha e Grande de Porto Covo será assegurada pelos concessionários. Note-se que, devido à afluência elevada que a praia já registava antes do início balnear, a Câmara Municipal assegurou vigilância na Praia de São Torpes a partir de 6 de junho.

Covid-19: As dificuldades do trabalho em Home Office.

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A disseminação do Covid-19 fez com que muitas pessoas fossem remetidas para o home office, por indicação das suas empresas e conselho das entidades governamentais e de saúde. Trabalhar em casa oferece desafios diversos. Venha conhecê-los e descobrir algumas técnicas para os solucionar.

O Coronavírus surgiu na China, no final de 2019 e, seguindo a lógica de um mundo globalizado, depressa tomou proporções inesperadas, transformando-se numa verdadeira pandemia e mudando radicalmente a forma como o mundo funciona.

Perante a sua rápida proliferação, os governos de todo o mundo tiveram a necessidade de tomar medidas de contingência que prevenisse o seu contágio para ainda mais pessoas, implementando normas estritas, que levaram muitas empresas a fecharem e muitas pessoas a ficarem nas suas casas, em quarentena ou em isolamento social.

Quem se viu remetido para uma rotina de trabalho remoto durante esta fase de contenção do vírus tem sentido, desde o começo, algumas dificuldades muito específicas na gestão dos seus dias e, embora existam queixas diversificadas, algumas repetem-se com frequência em várias vozes.

De facto, uma mudança tão brusca na rotina nem sempre é muito favorável para os trabalhadores. Ainda assim, para tentarmos ajudá-lo, iremos enumerar as queixas mais frequentes e dar algumas soluções eficazes e úteis para que consiga trabalhar e ser produtivo em regime de Home Office.

1. Falta de concentração
Uma das queixas mais frequentes de quem está em home office é que não consegue concentrar-se no trabalho. Além de as casas constituírem, normalmente, espaços de conforto que não estão preparadas para as necessidades laborais, muitas pessoas estão com as suas famílias em casa, o que é desafiante para uma dinâmica contínua de trabalho.
A nossa sugestão é que tente escolher um espaço de trabalho na casa e estipule um horário de trabalho tal como teria, se estivesse no escritório. Alerte a família para a sua indisponibilidade durante essas horas e mantenha a porta da divisão fechada.

2. Dores no corpo
Justamente por não estarem num espaço preparado para trabalhar, muitas pessoas encontram dificuldade em estar cómodas no momento de trabalhar.
A procura pelo ambiente mais confortável é imprescindível, por exemplo, se tiver de passar muito tempo sentado a uma mesa. Procure cadeiras confortáveis para ajudar no processo e, se necessário, compre uma cadeira que garanta a sua melhor postura. Verá que esta irá compensar na sua produtividade.
Além disso, alguns produtos naturais, como infusões anti-inflamatórias, podem também ser úteis para ajudar a reduzir as suas dores, de forma natural.

3. Sensação de ansiedade
A ansiedade é outra das queixas de quem se encontra em teletrabalho, sendo promovido pela sensação de redução na produtividade no trabalho e na alteração das dinâmicas do quotidiano, além de, evidentemente, se sentirem ansiosas com a própria questão que motivou tudo isto: o Covid-19.
Procure relaxar utilizando as técnicas sugeridas pelas entidades de saúde. Evite as fake news, escolhendo fontes fiáveis de informação; mantenha-se digitalmente em contacto com os seus amigos e, se necessário, contacte um psicólogo.

Artigo original do Noticias de Aveiro

Escolas de Sines no ranking efectuado pela Nova SBE.

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A Nova SBE, fez um ranking com base nos exames do 9.º e do 12.º e outro com base na progressão dos alunos. Tendo em conta um universo de todas as escolas públicas a nível nacional (não incluindo no ranking as escolas profissionais), no critério de exames do 9° ano, a Escola Básica Vasco da Gama encontra-se em 218° lugar e a Escola Secundária Poeta Al Berto encontra-se em 590° lugar, e nos exames para o secundário, a Escola Secundária Poeta Al Berto encontra-se em 317° lugar. No que concerne ao critério de sucesso a nível do 9° ano, a Escola Básica Vasco da Gama encontra-se em 225° lugar e a Escola Secundária Poeta Al Berto encontra-se em 485° lugar a nível do 9° ano no 373° lugar a nível do secundário.

País passa para Estado de Alerta. Multas até 5 mil euros para quem não cumprir regras.

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A generalidade do país vai passar em 01 de julho para a situação de alerta devido à pandemia de covid-19, sendo a exceção a Área Metropolitana de Lisboa, anunciou hoje o primeiro-ministro. Em conferência de imprensa, realizada no final da reunião do Conselho de Ministros, António Costa avançou que a maior parte do país vai passar de situação de calamidade para alerta, enquanto a Área Metropolitana de Lisboa (AML) passa para situação de contingência (nível intermédio) e 19 freguesias da AML mantêm o estado de calamidade. Para a generalidade do país, que vai passar a situação de alerta às 00:00 de 01 de julho, António Costa sublinhou que “não significa retomar a normalidade pré-Covid”. O primeiro-ministro anunciou ainda um novo regime de coimas: “Vamos criar um regime de contra-ordenações que implica que as forças de segurança podem agora sancionar quem não cumpra as regras com multas entre 100 a 500 euros para indivíduos e entre mil e 5 mil euros para pessoas colectivas”.

Japão inicia testes de vacina contra Covid-19 em humanos.

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A farmacêutica nipónica Agnes anunciou hoje que começará a testar na próxima semana em humanos uma potencial vacina genética contra a covid-19, com o objectivo de poder produzi-la em grande escala em 2021. A empresa iniciará os ensaios clínicos para obter a autorização de um painel de especialistas em saúde do Hospital Universitário de Osaka (oeste do Japão), que colabora com o projecto, depois de ter testado com êxito a vacina em ratinhos, segundo informou em comunicado. A vacina, a primeira dirigida à covid-19 que será testada em humanos no Japão, contém ADN modificado para codificar as proteínas do novo coronavírus, perante as quais o sistema imunitário do doente responderá gerando anticorpos contra a doença. O fármaco será ministrado inicialmente a 30 profissionais de saúde do Hospital Universitário de Osaka a partir de terça-feira e até outubro os testes vão estender-se a várias centenas de pessoas para analisar a segurança e possíveis efeitos secundários, explicou a empresa. Caso os testes avancem de forma positiva, a farmacêutica espera obter autorização para poder produzir e distribuir a vacina a nível nacional a partir de março ou abril do próximo ano.Trata-se da primeira vacina que chega a fase de testes clínicos no Japão, enquanto a nível global há cerca de uma dezena de fármacos deste tipo que começaram a ser testados em humanos.

Covid-19. Segunda vaga? Só dentro de 15 dias se confirma.

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Só dentro de 15 dias é que o Governo e o país saberão se o aumento do número de infectados por Covid-19 é já uma segunda vaga da pandemia em Portugal, noticia o “Jornal de Notícias” (JN).

De acordo com o “JN”, cinco epidemiologistas pediram ontem ao primeiro-ministro mais tempo para analisar o que está na origem dos surtos, com especial incidência em cinco concelhos da grande Lisboa.

A possibilidade de uma segunda vaga terá sido levantada por Baltazar Nunes, do Instituto Dr. Ricardo Jorge, conta o “JN”.

Em declarações ao “JN”, Carla Nunes, directora da Escola Nacional de Saúde Pública e que integra o painel de epidemiologistas, disse que «se a subida é uma segunda onda, ‘ondinha’ ou vaga, é algo que será estudado nos próximos 15 dias». «Certo é que as cadeias de transmissão têm de ser cortadas já», vincou a especialista ao jornal.

Neste momento, Portugal contabiliza 1.543 óbitos associados ao novo coronavírus num total de 40.104 casos de infecção, mostram os dados do boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS) divulgado na quarta-feira. Segundo a DGS, a região de Lisboa e Vale do Tejo totaliza já 17.527 casos, tendo ultrapassado o Norte (17.339).

Foto: Lusa

Covid-19: Alentejo com mais um óbito e 3 infectados

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O Alentejo regista mais três infectados, segundo os dados do boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde desta quinta-feira, 25 de Junho. Com estes novos casos, o Alentejo, tem hoje mais três casos, de acordo com o boletim da Direção-Geral da Saúde, fazendo um total de 409, em números acumulados. No que diz respeito a mortes, o Alentejo regista hoje mais uma (a terceira) que deverá ser a de um idoso de Reguengos de Monsaraz.

Espaço do Projecto Entre Nós reabre portas.

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O espaço do projecto Entre Nós – E7G, localizado no antigo centro de saúde de Sines, volta a abrir portas diariamente a partir de 1 de julho.No período da manhã, das 10h00 às 13h00, continuam as actividades à distância, online. No período da tarde, das 14h00 às 18h00, realizam-se actividades presenciais, cujo ponto de encontro será sempre o espaço do projecto, pelas 14h00. Este ano, devido à Covid-19, o número de participantes será limitado. Serão aceites 10 participantes por dia, previamente inscritos. As actividades realizar-se-ão, na sua maioria, ao ar livre, como forma de prevenção de contágio: caminhadas, piqueniques, visitas temáticas, jogos de rua, etc. O Entre Nós apela a todos os participantes o cumprimento das regras de segurança: uso de máscara de protecção, distanciamento de dois metros e lavagem / desinfecção frequente das mãos. Integrado no Programa Escolhas, o projecto Entre Nós – E7G visa a integração dos jovens dos 6 aos 25 anos, dotando-os de competências sociais, comportamentais e formativas, e apoiando-os na transição para o mercado de trabalho. Os destinatários principais são as crianças e jovens descendentes de imigrantes, a comunidade cigana e jovens que não estudam nem trabalham. O consórcio do projecto tem a Câmara Municipal de Sines como entidade promotora e o Sines Tecnopolo como entidade executora. São parceiros a Associação de Armadores Pesca Artesanal Costa Vicentina em Sines, a associação Resgate, a Associação Caboverdiana de Sines e Santiago do Cacém, o Agrupamento de Escolas de Sines, a Escola Secundária Poeta Al Berto, a CPCJ de Sines e a cooperativa Espiga.Mais informações: entrenos.e7g@sinestecnopolo.orgO programa Escolhas é promovido pela Secretaria de Estado para a Cidadania e a Igualdade e pelo Alto Comissariado para as Migrações. É cofinanciado pelo PO ISE – Programa Operacional Inclusão Social e Emprego / Portugal 2020, com fundos Fundo Social Europeu / União Europeia.

Diabéticos e hipertensos vão ter regime de protecção contra Covid-19.

Screenshot_20200624-162907_ChromeO Parlamento vai incluir os diabéticos e os hipertensos nas medidas de apoio e protecção criadas devido à pandemia de Covid-19. A proposta foi aprovada na comissão de saúde, esta quarta-feira, com o voto contra do PS e os votos a favor dos restantes partidos políticos. As propostas apresentadas pelo PSD, pelo Bloco de Esquerda e pelo PCP pediam a alteração do decreto do Governo que deixava estes doentes crónicos de fora do regime especial de protecção contra Covid-19, respondendo ao apelo feito pela Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP).

Inicialmente, o decreto-lei que alterou as medidas excepcionais e temporárias por causa da pandemia previa que os diabéticos e os hipertensos, tal como outros doentes crónicos ou pessoas imunodeprimidas, pudessem justificar a falta ao trabalho mediante declaração médica, se não tivessem condições para “desempenhar a sua actividade em regime de teletrabalho ou através de outras formas de prestação da actividade”.

Mas a 5 de maio, quatro dias depois da publicação do decreto, foi feita uma rectificação ao diploma, passando a excluir os diabéticos e hipertensos do regime excepcional de protecção.