“InSomnio” do Teatro do Mar no Castelo.

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É no proximo dia 23 de Agosto ( Sexta-Feira), que o Teatro do Mar apresenta a sua produção. InSomnio. Segundo a descrição: Em InSomnio, através de uma linguagem poética e sensitiva, debruçamo-nos sobre o sono e o sonho, ancorando-nos, entre outros, em estudos da neurociência e da filosofia. Um cruzamento entre o que a ciência consegue revelar, com um lugar metafísico, suprassensível, que nos aproxime da natureza primordial do ser. Conceito e direcção de Julieta Aurora Santos. Interpretação de Carlos Campos, Luís João Mosteias, Sara Montalvão e Sérgio Vieira. A entrada é livre.

Foto © Alípio Padilha

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50 jovens ocuparam as férias nos Serviços Autárquicos.

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A Câmara Municipal de Sines organizou, de 1 a 26 de julho, a terceira edição do programa Mãos à Obra, programa ocupacional de verão para jovens. Cinquenta jovens do concelho, com idades entre os 15 e os 25 anos, colaboraram com os serviços autárquicos por um período de 10 dias, com um horário de 4 horas diárias.

Os jovens passaram por vários serviços, desde a Educação Pré-escolar ao Gabinete de Veterinária, tendo recebido 100 euros pela sua participação no programa.

O objectivo do programa é dar aos jovens a oportunidade para contactar directamente com a vida activa e a realidade social em que se inserem.

Nesta edição, aderiram também as Juntas de Freguesia de Sines e Porto Covo.

Hospital do Litoral Alentejano sem cirurgias.

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Armindo Ribeiro, secretário regional do Alentejo do Sindicato Independente dos Médicos (SIM), lembrou à agência Lusa que “as dificuldades dos hospitais para conseguirem fixar médicos não são novas”, mas, “a situação tem-se agravado e acentuado nos últimos meses e no último ano”, sendo necessárias “medidas emergentes por parte do Governo”.

“É preciso avançar com a contratação imediata de médicos. Têm que se criar medidas específicas para aumentar o número de médicos nos hospitais e nos centros de Saúde do Alentejo”, reivindicou.

No Hospital do Litoral Alentejano (HLA), o problema é outro durante este fim de semana, mas a causa é a mesma. Devido à falta de profissionais “em número suficiente” para preencher a escala de serviço, não vão ser feitas cirurgias no bloco operatório, explicou à Lusa fonte clínica.

“Das 08:00 de sábado às 08:00 de segunda-feira, vão estar um cirurgião e um interno na Urgência de Cirurgia apenas para o diagnóstico e reencaminhamento dos doentes para outras unidades, mas não efectuamos intervenções cirúrgicas porque falta um cirurgião”, disse o director clínico dos cuidados primários de saúde da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano (ULSLA), Horácio Feiteiro.

CM Sines aprova voto de pesar sobre o falecimento de Maria Ferreira Soares.

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A Câmara Municipal de Sines aprovou um voto de pesar pelo falecimento de Maria dos Ramos Ferreira Soares, conhecida pela população de Sines simplesmente como “Dona Bita”.

“Dona Bita” foi uma das mais marcantes professoras do ensino primário do concelho de Sines, contribuindo para a formação de gerações de jovens sinienses como alunos, mas também como homens e mulheres.

Desempenhou funções de vereadora da Câmara Municipal de Sines, no mandato 1980/1982, e de membro da Assembleia de Freguesia de Sines, no mandato 1986/1989.

Maria dos Ramos Ferreira Soares era viúva de outro siniense notável, Carlos Manafaia, colega do curso de Magistério Primário, com quem casou em 1957 e com quem teve dois filhos.

A voto de pesar foi aprovado por unanimidade.

Serviços mínimos cumpridos e trabalhadores “firmes” na luta em Sines

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Ao quinto dia da greve, convocada por tempo indeterminado pelo SNMMP, os motoristas “continuam decididos até que as coisas mudem”, mas a “cumprir os serviços mínimos enquanto não for levantada a requisição civil”, adiantou Carlos Bonito à agência Lusa.

As primeiras viaturas “voltaram a sair hoje [sexta-feira] por volta das 07:00” da refinaria de Sines da Petrogal “para abastecerem os postos da REPA [Rede de Emergência de Postos de Abastecimento]” e garantir “que os serviços mínimos sejam cumpridos”, apesar das pressões a que são sujeitos.

“O pessoal está firme mas eles [empresas] estão a dar muitos serviços, para além dos mínimos. Na requisição civil temos de fazer oito horas por dia mas eles metem os serviços que querem”, acrescentou o dirigente, sem se alongar.

A greve dos motoristas de matérias perigosas está hoje no quinto dia, depois de um dos sindicatos que convocaram a paralisação ter desconvocado o protesto.

Operação “Taxa Zero” da GNR – Balanço

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No período de 5 a 13 de agosto, Guarda Nacional Republicana (GNR) realizou uma operação de fiscalização intensiva da condução sob efeito do álcool, que teve como objectivo promover comportamentos mais seguros por parte dos condutores e diminuir a sinistralidade rodoviária grave.

Esta época do ano caracteriza-se pelo aumento de eventos sociais, sejam festivais, convívios ou romarias, em que por norma existe um consumo excessivo de bebidas alcoólicas, associado ao aumento da circulação de viaturas em locais de Veraneio e de diversão noturna, o que potencia a ocorrência de acidentes, muitas vezes com consequências graves.

Durante o período da operação foram testados cerca de 32 mil condutores, tendo sido registados 671 excessos de álcool, dos quais 230 exerciam a condução com uma taxa crime igual ou superior a 1,2 gramas por litro (g/l), resultando na sua detenção, aos quais se acrescentam 163 detidos por falta de habilitação legal para conduzir.

Ainda no decorrer da operação foram detetadas mais de 14 mil contraordenações rodoviárias, das quais se destacam:

  • 3 548 por excesso de velocidade;
  • 578 por falta de inspeção periódica obrigatória;
  • 453 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças;
  • 390 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;
  • 310 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.

A GNR, em 2018, detetou 9 647 crimes de condução sob a influência de álcool e registou 14 947 acidentes em que os condutores intervenientes apresentaram uma taxa de álcool no sangue superior a 0,50 g/l, e destes, 6 825 tinham uma taxa crime.

Perante estes números, a GNR continuará a intensificar ações de fiscalização no âmbito da condução sob a influência do álcool, no sentido de contribuir para a redução do número de acidentes rodoviários nas estradas.