Sines acolhe Final Four da Taça de Portugal de Andebol.

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O Pavilhão Multiusos de Sines recebe, nos dias 1 e 2 de junho, a Final Four da Taça de Portugal Masculina de Andebol.

As meias-finais estão marcadas para sábado, 1 de junho. No primeiro jogo, às 15h00, defrontam-se as equipas do Futebol Clube do Porto e do Póvoa Andebol Clube. No segundo jogo, às 17h30, a equipa da Associação Atlética de Águas Santas encontra-se com a equipa do Madeira SAD.

A final realiza-se domingo, 2 de junho, às 17h00.

A competição é organizada pela Federação Portuguesa de Andebol, com o apoio da Câmara Municipal de Sines e da Associação de Andebol de Setúbal.

“Fun zone” na Av. Vasco da Gama

Além dos jogos da Final Four propriamente ditos, realizam-se no fim de semana de 1 e 2 de junho outras iniciativas relacionadas com o andebol.

Na Avenida Vasco da Gama, será criada uma Fun Zone, com Street handball, remate relâmpago, tiro ao alvo, insufláveis, entre outras actividades. No dia 1, funcionará das 9h30 às 14h00, e, no dia 2, das 9h30 às 15h30.

A Fun Zone é organizada pela Federação Portuguesa de Andebol, juntamente com a Câmara Municipal de Sines, Associação de Andebol de Setúbal e o Andebol Clube de Sines.

Acção de formação para treinadores

Aproveitando o facto de Sines receber jogos de andebol do mais alto nível competitivo, realiza-se a 1 de junho, ao longo de todo o dia, no Pavilhão Multiusos, uma acção de formação de treinadores com João Castro, treinador com o titulo EHF PRO Master COACH e professor de Educação Física.

A ação de formação é organizada pelo Andebol Clube de Sines, com o apoio da Câmara Municipal de Sines e da Federação de Andebol de Portugal.

Inscrições, com o custo de 5 euros, até 31 de maio, no site da federação.

A acção é homologada para efeitos da formação continua de treinadores com 1.4 U.C para a Componente Geral (válido para os treinadores de todas as modalidades).

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Está de regresso o bom tempo. Temperaturas atingem os 27 graus esta segunda-feira

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Depois de dias marcados pela descida das temperaturas, está de regresso o bom tempo.

De acordo com o Instituto do Mar e da Atmosfera (IPMA), esta segunda-feira são esperados períodos de céu pouco nublado no Norte e Centro do País e haverá uma pequena subida da temperatura máxima, com alguns concelhos de Portugal continental a atingir os 27 graus.

Em Lisboa são esperadas máximas de 22 graus e 12 graus de temperatura mínima. O céu vai estar pouco nublado ou limpo, apresentando períodos de maior nebulosidade a partir da tarde.

No Porto, os termómetros vão variar entre os 18 graus de temperatura máxima e os 8 graus de mínima. Segundo o IPMA, são esperados períodos de céu muito nublado.

Em Portugal continental a temperatura máxima vai variar entre os 27 graus, em Faro, e os 18 graus, no Porto e Viana do Castelo.

Já a temperatura mínima atinge os 13 graus, em Faro, e os 4 graus, na Guarda.

O IPMA colocou em risco muito elevado de incêndio os concelhos de Lagos, Portimão, Silves, Loulé, São Brás de Alportel, Tavira e Alcoutim, no distrito de Faro, e Gavião, em Portalegre.

Em risco elevado de incêndio estão 29 concelhos dos distritos de Bragança, Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Santarém, Évora, Beja e Faro.

Mercadorias movimentadas entre Porto de Sines e portos chineses cresceram 20% desde 2015

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A movimentação de mercadorias contentorizadas entre o porto de Sines e os diversos portos chineses cresceram cerca de 20% (19,7%) entre 2015 e o ano passado.

Segundo dados a que o Jornal Económico teve acesso, no total de cargas e descargas entre o porto de Sines e os portos da República Popular da China passaram de 89.669 TEU (medida-padrão equivalente a contentores com 20 pés de comprimento), em 2015, para 107.322 TEU no ano passado.

Esse crescimento foi mais visível nas descargas, ou seja nos produtos oriundos da China, que passaram de 74.937 TEU para 103.795 TEU.

No caso das cargas, isto é, produtos enviados do porto de Sines para os portos chineses, até se registou um decréscimo, de 14.372 TEU em 2005, para 3.527 TEU.

No que respeita a toneladas, entre cargas e descargas de mercadorias entre o porto de Sines e os portos chineses, o crescimento também tem sido constante desde 2015, tendo passado de um milhão de toneladas, para 1,142 milhões de toneladas no ano transacto.

Couro e produtos do couro; artigos de borracha ou de matérias plásticas; aparelhos domésticos; produtos de vidro, produtos de cerâmica e de porcelanas; ferro e aço de base; mobiliário; produtos da indústria automóvel são os principais desembarcados no porto de Sines no período em análise oriundos dos portos chineses.

No sentido inverso, as mercadorias embarcadas no porto de Sines em direção aos portos chineses são pedras ornamentais bebidas (cerveja); papel ou cartão para reciclar (desperdícios e aparas); têxteis; plásticos de base e borracha sintética sob formas primárias.

Recorde-se que o Terminal XXI, terminal de contentores do porto de Sines pela PSA, empresa estatal de Singapura, tem uma ligação direta ao Extremo Oriente, com um serviço que escala o porto semanalmente e que toca diversos portos da República Popular da China, nomeadamente, Ningbo, Xangai, Yantian e Tianjin Xingang.

Após diversas manifestações de interesse da República Popular da china em investir num novo terminal de contentores no porto de Sines, que seria inserido no projecto ‘Rota da Seda’, na passada sexta-feira, o ministro do Recursos Naturais da China, liderou uma comitiva oficial que se deslocou ao porto de Sines, acompanhado pela ministrado Mar, Ana Paula Vitorino, para conhecer no local o espaço destinado a esse terminal, designado Vasco da Gama, e para acelerar todo o processo de investimento nesta infraestrutura, avaliado em cerca de 600 milhões de euros para o investidor, mais cerca de 150 milhões de euros da responsabilidade do Estado português, através da APS – Administração dos Portos de Sines e do Algarve.

Ministro dos Recursos Naturais da China “interessado” no porto de Sines

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“O Ministro assumiu hoje o compromisso de mostrar a várias empresas chinesas as potencialidades do porto de Sines e do futuro terminal Vasco da Gama”, afirmou a ministra do Mar após uma reunião com Lu Hau, ministro dos Recursos Naturais da República Popular da China, que se realizou no porto de Sines, no âmbito da Oceans Meetin’19.

“Houve manifestações de interesse muito grandes relativamente aos novos investimentos no porto de Sines, mas também relativamente a outros investimentos em outras áreas ao longo do país, colocando várias questões sobre caraterísticas técnicas, investimento e prazos”, adiantou.

A governante, que tutela a pasta do mar no Governo de António Costa, esteve hoje no porto juntamente com uma comitiva chinesa para dar a conhecer o funcionamento e as potencialidades de investimento nesta infraestrutura portuária.

“Quanto mais concorrentes tivermos maior será a importância internacional que é atribuída ao porto de Sines e a Portugal”, sublinhou a ministra referindo-se ao Terminal Vasco da Gama cujo concurso público internacional “será lançado muito em breve”.

Com um investimento total previsto de 600 milhões de euros, o projecto do futuro terminal “está aprovado” e “todos os documentos do concurso já estão em circulação para Conselho de Ministros e, em breve, será lançado o concurso público internacional”.

De acordo com Ana Paula Vitorino, “trata-se de um investimento muito elevado e só investidores com uma grande capacidade financeira poderão concorrer e portanto é muito bom quando existem potenciais investidores ou quem possa angariar investidores que manifestam este interesse”, sublinhou.

Reconhecendo “o grande peso” que o Ministro da República Popular da China representa para este dossier, a ministra do Mar deixou claro que esta “não é a primeira manifestação de interesse” relativa à concessão do Terminal Vasco da Gama.

Quando estiver concluída, a futura infraestrutura portuária, que será construída em várias fases, “corresponderá a um investimento de cerca de 600 milhões de euros e terá uma capacidade para 4 milhões de TEU’s”, acrescentou.

“É substancial e, Sines, nessa altura já estará no topo dos portos europeus com elevada capacidade e nós queremos que seja um porto que tenha uma elevada utilização e preferência por parte das grandes empresas de shipping”, realçou.

A deslocação da comitiva da República Popular da China ao porto de Sines serviu igualmente para mostrar o importante papel que Portugal e Sines, através do Terminal Vasco da Gama, poderão ter na nova Rota da Seda.

“A Rota da Seda, por via marítima, não pode deixar de abranger Portugal e existem outros projetos para o porto de Sines com interessados de outras geografias e Sines está aberto a todo o tipo de investimentos e todos os que vierem a ser feitos cumprirão com todas as exigências ambientais, eficiência e de rigor e será excelente para o país e para o mundo”.

Ministro dos Transportes e Comunicações de Timor-Leste visitou o Porto de Sines

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O Ministro dos Transportes e Comunicações do governo de Timor-Leste, José Agustinho da Silva, visitou o Porto de Sines, com o objectivo de conhecer o funcionamento e as potencialidades desta infraestrutura portuária. Integraram ainda a delegação representantes de vários órgãos governamentais daquele país e da Embaixada de Timor-Leste em Portugal.

Durante a reunião com José Luís Cacho, Presidente da APS, foi destacado o papel de Sines enquanto principal porto nacional em carga movimentada, a capacidade de expansão existente e ainda o potencial de cooperação no âmbito dos Países de Língua Oficial Portuguesa.

Esta visita ocorre numa altura em que o governo timorense está a estudar a possibilidade de lançar concursos públicos para a construção de vários portos marítimos naquele país, tendo identificado o Porto de Sines como uma referência no sector portuário.

Sardinhas. “Qualquer dia há muito peixe, não há é pescadores”

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Pescadores vão poder regressar à pesca da sardinha no dia 3 de junho. Ainda em aberto continua a quantidade de captura. Bruxelas fala em menos de 11 mil toneladas, mas associações pedem mais de 15 mil.

Os pescadores portugueses só podem regressar ao mar para apanhar sardinha a partir de 3 de junho. A data foi publicada num despacho do Ministério do Mar, depois de esta actividade estar suspensa desde setembro em nome do aumento do stock. Os profissionais vão concentrar assim a sua actividade mais próximo dos Santos Populares, altura em que a sardinha é a rainha da festa. Ainda em suspenso está a quantidade de captura que vai ser permitida.

A proposta em cima da mesa fixou-se nas 10 799 toneladas para este ano – um valor que terá de ser repartido entre Portugal e Espanha, o que já provocou o descontentamento dos pescadores dos dois países ao considerarem este montante “manifestamente insuficiente”.

Ainda assim, o coordenador da comissão executiva da Federação dos Sindicatos do Setor da Pesca (FSSP) lembra que “Portugal fica com a grande maioria desta quota a ser partilhada com Espanha”. Mas João Almeida não tem dúvidas: “Qualquer dia há muito peixe, não há é pescadores”.

Também a Associação das Organizações de Produtores da Pesca do Cerco (Anopcerco) garante que “as 10 799 toneladas não vão garantir as condições mínimas para a sobrevivência, ajudando desta forma ao declínio e eventual desaparecimento do setor da pesca de cerco em ambos os países”.

Caso Galpgate: CDS-PP Sines considera que justiça deu sinal positivo.

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O CDS-PP Sines congratula-se em comunicado com a decisão da Procuradoria Geral da República em deduzir a acusação, pela prática de crimes de recebimento indevido de vantagem a 18 arguidos, entre os quais o Presidente da Câmara Municipal de Sines, Nuno Mascarenhas. O CDS-PP recorda no seu comunicado que foi o único partido a sugerir na altura, a demissão de Nuno Mascarenhas, por considerar vergonhoso a promiscuidade de relação entre a autarquia e o sector privado, pois o cargo de Presidente de Câmara deve ser um cargo em que isenção, transparência e ética devem ser os principais pilares. Afirmam ainda os centristas que, deve ser tempo da justiça trabalhar, mas caso haja confirmação de actos menos adequados com o cargo, a saída do cargo deverá ser inevitável, sem contudo significar a queda do executivo, que deverá continuar em funções, pela maioria que obteve nas últimas eleições, rejeitando desta forma os centristas, qualquer cenário de eleições autárquicas antecipadas.