Arrancou obra de estacionamento junto à Fripex

980estac_1_980_2500

A empreitada para construção de um estacionamento de apoio ao Mercado Municipal e Centro Histórico, contíguo ao viaduto da descida da Ribeira, teve início.

A intervenção visa a requalificação urbana daquele espaço público, procurando reduzir obstáculos arquitetónicos e harmonizar a circulação automóvel e a pedonal.

Serão criadas áreas formalizadas de estacionamento, de modo a reduzir a incidência de estacionamento abusivo, um dos principais problemas de mobilidade daquele espaço, mas também um forte constrangimento à utilização do mesmo em segurança.

A operação está integrada no PEDU – Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano de Sines e é um investimento com um custo total de 389 253,09 €. O investimento elegível é de 387 723,09 €, cofinanciado à taxa de 85% por fundos FEDER / União Europeia, no âmbito do programa operacional Alentejo 2020 / Portugal 2020, o que se traduz numa contribuição comunitária de 329 564,63 €.

Anúncios

Chuva e frio vão continuar a marcar a semana

687824.png

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê que o cenário mais chuvoso se mantenha, pelo menos, até ao próximo fim de semana.

As regiões do Norte e do centro serão as mais afetadas e, nas terras altas, há ainda a possibilidade de neve, tal como aconteceu na semana passada.

No entanto, ao contrário de Portugal, há países europeus onde o sol tem brilhado, até mais do que o habitual neste época do ano, como é o caso da Holanda, cujas temperaturas tem estado a rondar os 20 graus.

As temperaturas em Portugal Continental não vão ultrapassar os 20 graus Celsius, e as mínimas vão manter-se baixas, sendo que deverão oscilar entre os 11 a 13 graus Celsius, indica o IPMA.

Medway com ligação diária Sines – Sevilha

Medway-terminal-de-mérida-Logística-e-Transportes-Hoje--810x333.jpg

A MEDWAY acaba de anunciar que reforçou a sua presença em Espanha e passou ligar diariamente o porto de Sines a Sevilha. Este serviço ferroviário tinha arrancado em abril no ano passado e era realizado três vezes por semana. No entanto, de acordo com a operadora ferroviária, “a procura verificada por este serviço” fez com que passasse a ter uma rotação diária “que já começou no dia 8 de abril”.
Segundo Carlos Vasconcelos, presidente MEDWAY, “este serviço verificou-se ser um serviço com demasiada procura pela forte necessidade de transacção entre ambas as localidade optimizando tempos de trânsito das mercadorias entre as zonas sul e ocidental de Espanha, tanto à exportação como à importação”.

Professores e Alunos adquirem novas competências.

980capaci_1_980_2500.jpg

No âmbito do projecto Aprender Fora de Portas – Planos e Projectos Inovadores de Combate ao Insucesso Escolar estão a ser desenvolvidas acções de capacitação e workshops para a comunidade educativa, com a participação de professores e alunos, em momentos conjuntos.

Terminou em janeiro, no Agrupamento de Escolas de Sines, a ação “Prevenção da Indisciplina no Mundo Atual”, com o projeto Mundo Brilhante, que contou com um workshop inicial, seguido de duas sessões de monitorização para acompanhamento no terreno, durante a aplicação prática dos conceitos e metodologias.

No seguimento da implementação dos laboratórios de aprendizagem, estão a decorrer duas ações de capacitação, uma no Agrupamento e outra na Escola Secundária Poeta Al Berto, com o objetivo de dotar os professores de conhecimentos para a utilização dos equipamentos tecnológicos adquiridos.

No dia 15 de março, no Agrupamento, teve início a acção de capacitação “Fabricar a Inovação na Educação”, orientada pela Universidade Aberta, com o objectivo de abordar temas como a autonomia e a flexibilidade curriculares, pedagogias e desenvolvimento curricular, competências transversais e tecnológicas.

A operação Aprender Fora de Portas – Planos e Projectos Inovadores de Combate ao Insucesso tem como objectivo melhorar o sucesso educativo e reduzir o abandono escolar no concelho de Sines, promover a igualdade no acesso ao ensino e reforçar a qualidade e eficiência do sistema de educação. Para atingir este objectivo, foi programado um conjunto de actividades / acções que visam especificamente a prevenção do abandono e absentismo e a melhoria do sucesso escolar.

A operação é um investimento de 554 633,04 € comparticipado em 85% pelo Fundo Social Europeu, no âmbito do programa operacional Alentejo 2020 / Portugal 2020. A comparticipação da União Europeia é de 471 463,58 € e a comparticipação pública nacional, assegurada pelo município de Sines, totaliza 83 199,46 €.

Repsol apoia Cultura, Desporto e Solidariedade Social.

980rep_1_980_2500.jpg

A Repsol Polímeros, a Câmara Municipal de Sines e 22 colectividades do concelho assinaram, ontem nos Paços do Concelho, protocolos de colaboração relativos a 2019.

O montante dos apoios atribuídos pela empresa em 2019 é de 60 mil euros e tem como objectvo apoiar as colectividades e instituições que desenvolvem actividades no desporto, cultura e solidariedade social.

A distribuição dos montantes atribuídos é a seguinte:

  • 4 Patas / Animais de Sines: 1000 €
  • Academia de Ginástica de Sines: 2000 €
  • Andebol Clube de Sines: 2000 €
  • Arte Velha – Associação de Artesãos: 1000 €
  • A Gralha – Porto Covo: 3000 €
  • Associação Caboverdiana de Sines e Santiago do Cacém: 4000 €
  • Associação Bombeiros Voluntários de Sines: 9000 €
  • Associação Pro Artes de Sines: 8000 €
  • Associação Prosas – Projeto Sénior: 1000 €
  • Associação Recreativa de Dança Siniense: 2000 €
  • Centro Cultural Emmerico Nunes: 1000 €
  • Cercisiago: 2000 €
  • Clube de Natação do Litoral Alentejano: 2000 €
  • Contra Regra / Teatro do Mar: 5000 €
  • Ginásio Clube de Sines: 2000 €
  • Hóquei Clube Vasco da Gama: 2000 €
  • Independentes Futsal Associação: 2000 €
  • Santa Casa da Misericórdia de Sines: 3000 €
  • Sines Surf Clube: 1000 €
  • Skalabá Tuka: 500 €
  • SMURSS: 1500 €
  • Vasco da Gama Atlético Clube: 5000 €

EDP tem duas das fábricas mais poluentes da Europa, e uma delas é a de Sines.

edp_sines_1.jpg

A central termoelétrica da EDP em Sines foi a 22.ª fábrica mais poluente da Europa no ano passado, período em que expulsou mais de 7,4 milhões de toneladas de gases poluentes para a atmosfera. E esta não é a única fábrica da elétrica liderada por António Mexia a surgir neste ranking, já que logo na posição seguinte surge uma unidade detida pela EDP em Espanha, que emitiu pouco mais de sete milhões de toneladas — valendo-lhe a segunda posição entre as infraestruturas mais poluentes do país vizinho. Analisando os dados sobre a economia portuguesa, o caso da central termoelétrica da EDP em Sines é mesmo bastante singular, já que nem somando as três seguintes fábricas mais poluentes do país se chega ao nível de emissões desta central. Fonte oficial da EDP atribui as elevadas emissões das suas centrais termoelétricas com o facto de serem das mais eficientes no seu portefólio, o que faz com que produzam de forma mais intensiva. A central da EDP em Sines, com quatro grupos de geradores e uma potência total instalada a rondar os 1.300 megawatts, foi responsável por 7,4 milhões de toneladas de emissões em 2018, marca que a coloca, e por uma enorme vantagem, à frente da tabela portuguesa dos mais poluentes. Seguindo os dados apurados pela CE para Portugal, é de destacar também a preocupante concentração de grandes poluentes num único município do país, já que se encontram em Sines duas das três fábricas que estão no pódio nacional. Além da termoelétrica de Sines, também a refinaria da Petrogal citada se encontra neste concelho, o que eleva para perto de dez milhões de toneladas as emissões de gases poluentes que saem deste município. Apesar dos elevados valores apresentados pela central da EDP em Sines em comparação com as restantes unidades presentes em Portugal, certo é que tanto esta instalação, como a grande maioria das que foram identificadas pela CE evidenciam uma evolução bastante positiva face às emissões registadas em 2017. Quanto à EDP, em Portugal respondeu por um total de 8,97 milhões de toneladas, já que às 7,43 milhões da já referida central de Sines, devem somar-se as emissões das centrais termoelétricas de Lares e Ribatejo, com emissões de 660 mil e 870 mil toneladas. A termoelétrica de Sines, além de liderar o ranking das mais poluentes de Portugal, surge na 22.ª posição do ranking europeu de maiores emissores de gases poluentes para a atmosfera.

Seca. “Será necessário chover até ao final de abril” para reverter situação

687579.png

É preciso chover durante as próximas semanas para que a situação de seca que o país atravessa se reverta. Quem o defende é Nuno Sequeira da Quercus.

“Vimos de um período de seca já com alguma gravidade”, começa por explicar o responsável, acrescentando que no mês passado já “mais de um terço do território nacional estava em situação de seca severa – sobretudo o Sul do país – e quase metade em seca moderada”. O panorama é grave, defendeu.

Questionado se a chuva que se fez sentir durante o fim de semana poderá de alguma maneira mudar esse cenário, Nuno Sequeira foi claro: “O que esta chuva pode estar a fazer é começar a amenizar a situação”. No entanto, deixou o alerta de que se as condições meteorológicas dos últimos dois dias não se prolongarem “por mais algumas semanas” dificilmente a situação de seca será revertida.

O especialista revelou ainda que a chuva que caiu este fim de semana ajudou a melhorar a camada superficial do solo, o que permitirá dar “alguma frescura ao solo para suportar plantas com raízes mais superficiais”. Mas voltou a frisar que esta chuva ainda “é algo muito incipiente”.

Algumas estimativas “dão conta de que seria necessário chover no mês de abril o dobro da média habitual para que o país” mudasse esta situação de seca, sublinhou. Feitas as contas, para reverter o panorama actual “será necessário chover até ao final deste mês”, ou seja “mais três semanas de chuva”.

No entanto, mesmo que a chuva continue, Nuno Sequeira não está muito optimista de que isso venha a resolver todos os problemas. Segundo o especialista a chuva não cai de forma homogénea em todo o país e, por isso, vão sempre existir algumas zonas do território – como o Alentejo e Trás-os-Montes – em que mesmo que chova o dobro do normal, os impactos da seca não serão “completamente mitigados”.